Entre Palavras
domingo, 31 de maio de 2009
O peso
segunda-feira, 20 de abril de 2009
virtude
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Assim falham os pensamentos quando querem exprimir qualquer realidade.
Mas, como a realidade pensada não é a dita mas a pensada,
Assim a mesma dita realidade existe, não o ser pensada.
Assim tudo o que existe, simplesmente existe.
O resto é uma espécie de sono que temos,
Uma velhice que nos acompanha desde a infância da doença."
sexta-feira, 6 de março de 2009
Pensar e sentir
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
The close of the day
WHEN I HEARD AT THE CLOSE OF THE DAY
When I heard at the close of the day how my name had been
receiv’d with plaudits in the capitol, still it was not a
happy night for me that follow’d;
And else, when I carous’d, or when my plans were accomplish’d,still I was not happy;
But the day when I rose at dawn from the bed of perfect health,refresh’d, singing, inhaling the ripe breath of autumn
When I saw the full moon in the west grow pale and disappear
in the morning light,
When I wander’d alone over the beach, and undressing, bathed,
laughing with the cool waters, and saw the sun rise,
And when I thought how my dear friend, my lover, was on his
way coming,o then I was happy;
O then each breath tasted sweeter – and all that day my food
nourish’d me more – and the beautiful day pass’d well,
And the next came with equal joy – and with the next, at evening,came my friend;
And that night, while all was still, I heard the waters roll
slowly continually up the shores,
I heard the hissing rustle of the liquid and sands, as directed to me, whispering, to congratulate me,
For the one I love most lay sleeping by me under the same cover in the cool night,
In the stillness, in the autumn moonbeams, his face was inclined toward me,
And his arm lay lightly around my breast – and that night I
was happy.
domingo, 30 de novembro de 2008
Verdades e mentiras
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
O eu que escrevo
Menina
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Convir
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Advir
As flores caem, já é outono
O céu já não está tão verde como antes
E onde foi parar você, amor?
Se foi no vento como as folhas.
Folhas essas, um dia verdes, se desfizeram como aquele laço vermelho
Que outrora desamarrasses em mim com sua chegada
Ah... e como era difícil ser rígida...
E como é difícil sê-lo ainda!
Mas, diga-me
Do ser pode fugir-se?
Ou é possível fugir-se de ser?
Tento modificar aquelas coisas que já atrasam minha partida
Mas, como alçar vôo estando tão presa a tudo?
No entanto, já não sinto mais a falta daquele teu sorriso e as incertezas agora se transformaram em outras
Incertezas outras
Outras certezas
Todas se misturando no agora
Entre mim e um outro, entre um mundo e mim
Mundo esse ao qual desconheço
E o qual é doce não conhecer
As incertezas e as dúvidas não mais assustam àquela que um dia precisou de uma inútil e terceira perna para se sentir segura
E quão libertadora é a sensação de não temer aquilo que não se pode conter
Afinal, algum dia se pôde fazê-lo com a vida?
É ela passível de controle?
Hoje posso ver claramente a obviedade responsiva da minha pergunta
Ainda não creio na tolice existente na minha mente de algum dia ter acreditado ser isso possível
Contudo, é justo esse poder fantástico o que torna a nossa mente algo tão inebriante
Tal como o balanço das folhas de uma árvore
Que agora parecem soar como uma valsa
E como elas, movimento-me para os lados deixando cair apenas aquilo já velho
Aquilo que não mais serve para o funcionamento de minha vida
E assim, na tentativa de ser tão sábia quanto a árvore...
Percebo cada vez mais o quanto é preciso deixar-se ir para poder advenire
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Crianças e adultos
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Surrender
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Voar

"Tudo muda, se renova, se refaz... basta a gente querer...
Hj mudei minhas estações... mudei meu rádio e minhas ligações
não tento nem ao menos mais entender, uso frases curtas e bem aqui estou, livre como um pássaro, podendo voar aonde eu quiser..."
(Veronicka Meirelles)
terça-feira, 29 de julho de 2008
segunda-feira, 28 de julho de 2008
O tempo voa
Eu vejo a vida melhor no futuro
Eu vejo isto por cima do muro de hipocrisia
Que insiste em nos rodear
Eu vejo a vida mais clara e farta
Repleta de toda satisfação
Que se tem direito
Do firmamento ao chão
Eu quero crer no amor numa boa
Que isto valha pra qualquer pessoa
Que realizar
A força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade
Pra dizer mais sim do que não, não não
Hoje o tempo voa, amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
Que não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo o que há pra viver
Vamos nos permitir
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Olhar
sábado, 5 de julho de 2008
Desordem
“Estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. (...)
Perdi alguma coisa que me era essencial, e que já não me é mais. Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna que até então me impossibilitava de andar mas que fazia de mim um tripé estável. Essa terceira perna eu perdi. E voltei a ser uma pessoa que nunca fui. Voltei a ter o que nunca tive: apenas duas pernas. Sei que somente com duas pernas é que posso caminhar. Mas a ausência inútil da terceira me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma coisa encontrável por mim mesma, se sem sequer precisar me procurar. (...) É difícil perder-se. É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me seja de novo a mentira de que vivo. Até agora achar-me era ter uma idéia de pessoa e nela me engastar: nessa pessoa organizada eu me encarnava, e nem mesmo sentia o grande esforço de construção que era viver. A idéia que eu fazia de pessoa vinha de minha terceira perna, daquela que me plantava no chão. Mas e agora? Estarei mais livre?"
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Humor
segunda-feira, 30 de junho de 2008
No matter what...
(Final do ep. 12 - 3ª temp. - Sex and the City)
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Estações

sexta-feira, 13 de junho de 2008


Não importa quanto tempo se passe, se seu estado civil mudou, se você adoeceu seriamente, emagreceu ou engordou, está no pior ou melhor dia de sua vida, não tão bela ou simplesmente irresistível. Se você teve filhos ou até mesmo mudou de cidade, estado ou país. Realmente, o que conta é o quanto você se diverte na presença deles, o quanto suas experiências foram e são maravilhosas porque eles estavam lá para compartilhá-las com você, que suas noites mais tristes não foram assim tão ruins, pois você os tinha por perto para te animar ou simplesmente para te fazer companhia. E foi graças a eles que aqueles programas de índio dos quais você não tinha escapatória acabaram sendo momentos extremamente divertidos. Afinal, o que realmente importa é que "Friends will be friends" !
"It's so easy now, cos you got friends you can trust,Friends will be friends,When you're in need of love they give you care and attention.Friends will be friends,When you're through with life and all hope is lost,Hold out your hand cos friends will be friends right till the end.It's so easy now, cos you got friends you can trust,Friends will be friends,When you're in need of love they give you care and attention.Friends will be friends,When you're through with life and all hope is lost,Hold out your hand cos friends will be friends right till the end.Friends will be friends,When you're in need of love they give you care and attention.Friends will be friends,When you're through with life and all hope is lost.Hold out your hand cos right till the end -Friends will be friends."
(Friends will be friends - Queen)
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Amizades verdadeiras


Recebi isso em um email de ray e achei essencial colocar aqui :)
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Escritora

Ao ouvi-la, subitamente me vem o quanto discordava daquela afirmação! Para mim, é justamente o contrário! Acredito que para alguém se tornar uma escritora (ou escritor) é preciso, antes de mais nada, deixar que a língua lhe domine, que as palavras lhe causem certo torpor. É importante prestar atenção naquilo que pensamos! Ver os pensamentos não só como um amontoado de idéias sobre as coisas feitas e/ou sentidas ao longo dos dias, meses e anos, mas sim como um amontoado de idéias sobre as quais devemos debruçar nossa atenção. Pois, acredito eu, são eles que nos levam sempre a algum lugar. Lugares esses muitas vezes desconhecidos por nós mesmos parecem ser a fonte da qual os poetas e poetisas bebem inspiração... lugares óbvios sobre um olhar pensante se tranformam naquela crônica lida acolá e que tanto despertou interesses... lugares que ao se observar estar indo, mobiliza, não importa quando e nem onde. E quem sabe, não incita a passagem para algum outro lugar onde um outro alguém possa vir a observar um dia.
Pingüim
But after several unsuccessful attempts over 45 minutes the seal got fed up with being rejected – and swam off.
The Antarctic fur seal attempted sex with the king penguin on the sub–Antarctic Marion Island.
First the 15½st seal subdued the 2½st penguin by lying on it. The penguin flapped its flippers and tried in vain to stand and escape.
The seal alternated between resting on the penguin and thrusting its pelvis, trying to insert itself, but the bird played hard to get and the seal gave up.
Nico de Bruyn, of the Mammal Research Institute at the University of Pretoria, South Africa, said: “At first glimpse, we thought the seal was killing the penguin. Marion Island is the only place where Antarctic fur seals are known to hunt king penguins on land, so the idea that the seal was trying to eat the object of its attention made sense.
The team who recorded the event believe the seal was young, frustrated and sexually inexperienced and may have been unable to find another seal for sex.
sábado, 10 de maio de 2008
Azul

O novo luxo?
Quanto a isso acabei lendo a seguinte matéria na revista Vida Simples:
"Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer. Um sujeito entra na estação do metro, vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, na hora de ponta matinal. Durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, umStradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes Bell tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares.A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, telemovel no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.
A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo semetiqueta de grife.
Esse é um exemplo daquelas tanats situações que acontecem em nossas vidas que são únicas, singulares, e a que não damos a menor bola porque não vem com a etiqueta de seu preço. A boa notícia é que pela primeira vez na história temos a chance - eu, você e quem mais quiser - de definir o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes. Não é mais um luxo o que o mercado diz que você deve ter, sentir ou ser. O luxo se relativizou, cada indivíduo o percebe a seu modo.
Sabe quando você faz algo que lhe dá um prazer danado, mas que acontece aqui e ali, bem raramente, e que por isso mesmo traz uma sensação de felicidade, que transborda só de pensar? Pois a experiência única, que evoca esse estado de espírito, é o tal luxo para chamar de seu."
Ainda não sei se podemos ter uma perspectiva tão otimista, principalmente se ela tiver uma pretensão universalizante, mas prefiro adquirir essa perspectiva de luxo como algo cada vez mais presente na minha vida. E por enquanto, se eu conseguir fazer isso e ainda influenciar algumas pessoas ao meu redor já está de bom tamanho ;)
terça-feira, 15 de abril de 2008
What if I...
Nothing wrong, nothing right
What if there
was no time
And no reason or rhyme
What if you should decide
That
you don't want me there by your side
That you don't want me there in your
life
What if I got it wrong
And no poem or song
Could put right what
I got wrong
Or make you feel I belong
What if you should decide
That
you don't want me there by your side
That you don't want me there in your
life
Refrão:
Oooh, that's right
Let's take a breath and jump over
inside
Oooh, that's right
How can you know it, if you don't even
try?
Oooh, that's right
Every step that you take
Could be your biggest mistake
And it
could bend or it could break
That's the risk that you take
What if you
should decide
That you don't want me there in your life
That you don't
want me there by your side
refrão (2x)
Oooh, that's right
Let's take a breath and jump over
inside
Oooh, that's right
You know that darkness always turns into
light
Oooh, that's right
Ajo
“O que eu sinto, eu não ajo. O
que ajo, não penso. O que penso, não sinto. Do que sei, sou ignorante. Do que
sinto, não ignoro. Não me entendo e ajo como se me entendesse”
Se encontrar nos outros...

domingo, 13 de abril de 2008
Roda...

Mata pra qualquer lugar
To na área,
Deslizando,
Num concreto a recortar
Tomou forma geométrica
E o que era importante
Tive que memorizar
Sem problema,
To ligeira
Já bem sei remediar
Minha voz é o que me resta e rapidinho
Vai ecoar
De Caymmi eu ouço o mar
Villa Lobos, a floresta
Hoje eu vou sacolejar
Caiu na roda,
Ou acorda,
Ou vai rodar!
Consciência, a maior arma
Mata pra qualquer lugar
To na área deslizando
Num concreto a recortar
O horizonte ali adiante
Tomou forma geométrica
E o que era importante
Tive que memorizar
Sem problema,
To ligeira
Já bem sei remediar
Minha voz é o que me resta e rapidinho
Vai ecoar
Pelo vale, na Pompéia
De Caymmi eu ouço o mar
Villa Lobos, a floresta
Hoje eu vou sacolejar
Ou acorda,
Ou vai rodar...
Show de céu ontem! Ela é simplesmente mais linda do que eu imaginava, uma fofa nos palcos, uma voz deslumbrante e um jeito de dançar que por estar grávida ficou ainda mais bonito :) Contudo, senti falta dela tocar um pouco mais e de cantar bobagem e mais um lamento, mas como diria um amigo meu, nem tudo é 100% ne? Entretanto, já estou bastante feliz com os meus 96%! :))
quarta-feira, 9 de abril de 2008
A angústia positiva...

Entretanto, acredito que se deve tentar ver a angústia de forma mais positiva! Que se deve percebê-la como aquela que embora não agradável de sentir é uma das impulsionadoras do sujeito, uma das forças motriz, aquela capaz de fazê-lo estar sempre em busca de algo. Contudo, vejo muito poucos saberem lidar com ela de forma realmente positiva (vale a ressalva de que isso inclui a minha pessoa). Mas, não parece lógico ser por várias vezes a angústia gerada pelo medo de não sabermos justamente aquilo que impulsiona a nossa busca pelo conhecimento? Que não é por diversas vezes a angústia gerada em nós pelo que causamos de negativo a nós ou a outrem o que faz com que procuremos nos modificar? E quantas vezes não é justamente o medo de perder algo ou alguém o grande motivador de nossas tentativas para impedir a concretização disso?